Perder algumas batalhas é natural.
Perder os documentos, banal.
Perder o medo diante de graves desafios
e seguir lutando pela vida, crucial.
Martha Medeiros
"Já parou pra pensar que o amor da sua vida
Perder os documentos, banal.
Perder o medo diante de graves desafios
e seguir lutando pela vida, crucial.
Martha Medeiros
"Já parou pra pensar que o amor da sua vida
pode estar lá no posto Ipiranga?"
Precisamos experimentar a felicidade, vivenciá-la!
A felicidade pode ter várias caras!
Uma felicidade sem culpas, sem pressa, sem cobranças,
achamos, algumas vezes, quando deliberamos estar/ficar sozinhos,
por um tempo (mesmo que tenhamos nossos companheiros/as, filhos e amigos)!
Buscamos o nosso (próprio) riso fluido, a oração - cada pessoa ao seu modo -
a interiorização, leituras boas e músicas que se encaixam em nós,
o silêncio quieto, que inspira o sossego da alma.
Queremos fazer barulho e que ninguém nos ouça!
Um legítimo estado de êxtase sutil, lúcido e saudável,
que coopera conosco, nas nossas andanças e empreitadas pessoais!
Estar sozinho, neste caso, não é comparável àquela solidão desesperançada,
que machuca, lacrimeja e isola, mas à um instante,
onde você se vê enamorado de si mesmo e com a pessoa (inteira) que você é
- nada similar a atitudes narcísicas - por um tempo, quase sempre, determinado,
mas liberto e libertário!
Todavia, quando a solidão não dura muito tempo, até pode ser boa,
também - um bom conselheiro, amigo ou psicólogo, ajudará!
Às vezes, é preciso experienciar a felicidade pessoal e dar-lhe prioridade
e não sentir culpa por isso ou escolher o razoável e aparente conforto
do "estado-de-eterno-infeliz-e-sofredor".
É bom, também, não confundir as duas situações - e inverter suas funcionalidades!
Você fará feliz, quando sentir-se feliz - ao menos, suponho,
que parece ser o modo saudável de operacionalizar a felicidade.
Ficar sozinho - às vezes - é saudável, quando, sentir-se feliz, é preferível!
É bom distinguir o momento exato!
Alena Menino
Psicóloga
"Quando vejo uma garota com muito pó na cara,
Precisamos experimentar a felicidade, vivenciá-la!
A felicidade pode ter várias caras!
Uma felicidade sem culpas, sem pressa, sem cobranças,
achamos, algumas vezes, quando deliberamos estar/ficar sozinhos,
por um tempo (mesmo que tenhamos nossos companheiros/as, filhos e amigos)!
Buscamos o nosso (próprio) riso fluido, a oração - cada pessoa ao seu modo -
a interiorização, leituras boas e músicas que se encaixam em nós,
o silêncio quieto, que inspira o sossego da alma.
Queremos fazer barulho e que ninguém nos ouça!
Um legítimo estado de êxtase sutil, lúcido e saudável,
que coopera conosco, nas nossas andanças e empreitadas pessoais!
Estar sozinho, neste caso, não é comparável àquela solidão desesperançada,
que machuca, lacrimeja e isola, mas à um instante,
onde você se vê enamorado de si mesmo e com a pessoa (inteira) que você é
- nada similar a atitudes narcísicas - por um tempo, quase sempre, determinado,
mas liberto e libertário!
Todavia, quando a solidão não dura muito tempo, até pode ser boa,
também - um bom conselheiro, amigo ou psicólogo, ajudará!
Às vezes, é preciso experienciar a felicidade pessoal e dar-lhe prioridade
e não sentir culpa por isso ou escolher o razoável e aparente conforto
do "estado-de-eterno-infeliz-e-sofredor".
É bom, também, não confundir as duas situações - e inverter suas funcionalidades!
Você fará feliz, quando sentir-se feliz - ao menos, suponho,
que parece ser o modo saudável de operacionalizar a felicidade.
Ficar sozinho - às vezes - é saudável, quando, sentir-se feliz, é preferível!
É bom distinguir o momento exato!
Alena Menino
Psicóloga
"Quando vejo uma garota com muito pó na cara,
da vontade de escrever "LAVE ME POR FAVOR"
com o dedo e sair."
com o dedo e sair."
“Tô tirando meu time de campo.
Não consigo mais ficar assistindo esse desastre nada romântico.
Não posso mais ficar esperando por uma pessoa
que tá na cara que nunca vai chegar.”
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